Cultural adaptation – steps and challenges

Cultural adaptation – steps and challenges

Cultural adaptation – steps and challenges Adapting to a new country and a new culture is no easy task. Unless you parents are ambassadors – and you grew up accustomed to moving – living in a different place, which includes working, socializing, etc, demands patience and persistence. According to the Global Mobility Effectiveness Survey, the worldwide rate of unsuccessful expatriation is very high. About 55% of expatriates return to their country of origin ahead of schedule. That means business losses and a lot of headaches for the HR manager. According to the survey, the greatest difficulties faced by the expatriate are issues related to personal and family adaptation (47%). Cultural shock is already perceived as an occupational hazard and is known to reduce productivity and dry up the creativity of even the most experienced executives. That is why it is so important to have good support in the adaptation period. In this period full of challenges, we break the barrier of a new language, understand the social codes of the new culture, and often the internal (tacit or explicit) codes of the company for which we work. Even international companies with a well-standardized policy have particularities that vary according to the culture of each country. In addition to cultural, behavioral and language barriers, there are practical difficulties, such as identifying and creating a home away from home through the daily routines that life demands. According to the anthropologist Kalberg Oberg, the curve of cultural adaptation happens in three stages: First stage: appropriately called “Honeymoon”, the expatriate lives a moment of euphoria and excitement. This phase is relatively short, about...
Fala Brasil e Zerezes: educar para libertar

Fala Brasil e Zerezes: educar para libertar

“Educar é libertar” Essa máxima de Eugênio Mussak sempre foi uma das premissas do trabalho no Fala Brasil, mas nunca foi tão latente quanto tem sido esse ano. Nossos parceiros da Cáritas – entidade que atua na defesa dos direitos humanos, da segurança alimentar e do desenvolvimento sustentável solidário – nos trouxeram o desafio de colaborar com alunos muito especiais que até bem pouco tempo estavam em condições de trabalho no mínimo inadequadas em nosso país. Nessa parceria desejávamos ir além do ensino da língua portuguesa. Nosso objetivo era também trabalhar a construção da autonomia e da esperança, não só através do domínio da língua mas incentivando os alunos a lançarem um olhar para diversas formas de trabalho, de produção e de vida: dignas, respeitosas e, acima de tudo, possíveis. Na última semana quem nos ajudou nessa jornada foram nossos amigos da Zerezes, que são parceiros na nossa busca constante por um modelo de negócio cada vez mais humano e sustentável. A Zerezes é uma marca de óculos guiada pelo design e responsabilidade socioambiental, que busca materializar os seus valores através do respeito à matéria prima e às pessoas envolvidas no processo. Eles nos receberam em uma manhã nublada de terça feira e conduziram nossos alunos por uma agradável viagem ao mundo da criação e da resignificação dos materiais. Caminhamos juntos por cada etapa de trabalho  e também pelas histórias de vida de todos aqueles que põem sua energia e amor para gerar um produto tão bonito. Nossos alunos puderam ver, enfim, uma linha de trabalho super respeitosa, além de ter o privilégio de entender como toda aquela “mágica” funciona...
PARCERIA PARA DAR O QUE FALAR

PARCERIA PARA DAR O QUE FALAR

Notícias & Análises, Institucional 07/07/2017 | Por: comunicacao (comunicacao@observatoriodefavelas.org.br ) PARCERIA PARA DAR O QUE FALAR Por: Eduardo Alves (edu@observatoriodefavelas.org.br) O Instituto Maria e João Aleixo – IMJA e o Observatório de Favelas iniciaram mais uma parceria com força para cultivar raízes e insumos para a ampliação da potência das periferias. Essa é a vez do Fala Brasil. Uma organização parceira nas práticas, ideias e estéticas, que se aproxima em ações comuns para a formação de ativistas, artistas e estudantes das periferias do mundo. No dia primeiro de agosto deste ano, iniciaremos o primeiro curso de formação com 13 residentes do Brasil e de fora do país, que contará com vagas para participação de criativos de diversas áreas de atuação. Uma passagem de várias estações do conhecimento, das práticas, das estéticas, do que já há acumulado nos territórios potentes das periferias. O Fala Brasil chegou junto com a nossa iniciativa, ampliando ainda mais as possibilidades, apresentando a língua portuguesa para os que não falam e escrevem o português. O Fala Brasil é uma organização que tem como objetivo construir bases para um intercâmbio entre brasileiros e não brasileiros de modo que as pessoas possam ampliar a convivência compreendendo com totalidade as expressões, palavras e falas. Trata-se de uma empresa social dedicada à ampliação humana para a transformação, nas diversas dimensões, por meio da linguagem. Uma escola humanizada, comprometida com a qualidade do ensino participativo, construindo o aprendizado qualificado da língua portuguesa e ampliando assim a convivência dos de que chegam do além mar. Uma integração dos estrangeiros na sociedade brasileira, passa também pela compreensão da história, das culturas e,...
Construindo a cidade Olímpica no país do jeitinho

Construindo a cidade Olímpica no país do jeitinho

A vida não é assim tão séria Quando o grego Tassos veio ter aulas comigo, ele já falava um pouco de português. O que ele queria era ser carioca. E assim eram as nossas aulas sábado pela manhã. Sempre me surpreendia como ele colocava na prática todas as coisas que ele aprendia até que ele começou a me ensinar sobre o Rio. Ele sempre trabalhava muito, mas nunca o vi estressado. Ele dizia que as pessoas levavam a vida muito a sério e a vida não era para ser assim. Ser profissional não significa que a vida precisa ser encarada com tanta seriedade. Eu acompanhava os resultados dele no trabalho e o seu progresso com sua meta de ser carioca. Mas mesmo assim, não entendia o que ele queria dizer com “não levar a vida tão a sério”. Nas vésperas dos jogos olímpicos, alguns eventos testes tinham a cobertura da mídia. Ele estava trabalhando na arena aquática e, durante o evento, faltou luz. A plateia estava lotada e todos os atletas e a equipe estavam lá. Eles podiam contar com qualquer tipo de problema técnico, agora, faltar luz, algo tão básico? No dia seguinte imaginei que ele estivesse tenso com isso e ele me surpreendeu com um enorme sorriso. Ele disse: “Você sempre tentou me explicar o que é ser carioca e agora mais do que nunca faz sentido para mim. Faltou luz ontem. O que você espera da atitude de um diretor nesse caso? O diretor era brasileiro e, com muito bom humor, ele deixou toda a equipe tranquila para que todos dessem o seu melhor.” “Se isso...
Planejamento | Construindo a cidade Olímpica no país do jeitinho

Planejamento | Construindo a cidade Olímpica no país do jeitinho

Planejamento Jamile me pediu ajuda para traduzir a apresentação sobre o planejamento das ações para recrutar voluntários que trabalhariam durante os jogos Olimpicos. Ela dizia que toda a equipe precisa falar inglês, mas mesmo assim, a equipe de RH não estava seguindo o planejamento necessário para o processo de seleção dos voluntários. Ela supôs que eles não estivessem entendendo o inglês. Então ela concluiu que a solução seria fazer a apresentação em português para o RH. Comecei a traduzir com ela a apresentação e foi ficando claro para mim o que não estava sendo entendido: não era o idioma, e sim o planejamento em si. Planejamento não é uma qualidade brasileira. O Brasil é um país em que o planejamento ainda está sendo construído. Uma pátria baseada no pensamento de que é interessante para políticos corruptos que as obras não cumpram prazos e ainda se pensa em obras feitas para durar pouco tempo para que seja necessário gastar ainda mais fazendo novamente. O pensamento é voltado para o curto prazo. O brasileiro é um povo que aprendeu a viver em crise e a ser criativo para lidar com essa crise. Não desenvolveu o planejamento pois é comum não poder segui-lo por diversos fatores externos. Não era somente a equipe de RH que estava tendo problemas com o planejamento. Todas as áreas estavam tendo problemas referentes a isso. A equipe de tecnologia precisava que as instalações ficassem prontas para poder testar a tecnologia. Era para isso que eles estavam no Brasil, quase 4 anos antes, em reuniões com a prefeitura. Era comum ouvir do prefeito que ele também esperava que...
Experiência de Imersão Cultural na Feira

Experiência de Imersão Cultural na Feira

Experiência de Imersão Cultural na Feira Esse mês nós tivemos o nosso famoso Cultural Immersion Experience. Na experiência, os professores levam os alunos para lugares cotidianos na vida dos brasileiros, principalmente, cariocas, e promovem interação entre alunos e locais. Dessa vez, o grupo de alunos fizeram uma visita a uma típica feira de rua. É isso mesmo, aquele tipo de feira em que comerciantes montam suas barracas na rua para vender frutas e legumes frescos. Durante essa experiência, os alunos ficaram expostos a novos sabores ao provarem comidas típicas e se apaixonaram pelo pastel e pela tapioca.  Imagina que barato vir de fora e poder ter essa experiência! Eles também aproveitaram para conhecer e praticar novos hábitos, como, conversar com feirantes e, até mesmo, pechinchar durante a compra de produtos. Afinal, brasileiro de verdade sempre tenta pechinchar! Outro ponto bem legal da nossa experiência é que os profissionais do FalaBrasil puderam servir de facilitadores entre os estrangeiros e as novidades ao redor deles. Ou seja, os professores auxiliavam na compreensão dos costumes e nas conversas com locais. Durante essa tarde, repleta de novos aprendizados e sensações, os alunos alcançaram suas expectativas ao desenvolver suas habilidades linguísticas, comportamentais e vivenciar parte da pluralidade da cultura...